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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

De volta ao Azibo

Como já vem sido apanágio 5 da manha em casa do camarada António
Já a caminho falávamos dos grandes Lúcios do Azibo e de repente o António fala de Trutas e pronto lá fomos falando de destinos e de técnicas nunca utilizada por nós no spinning, eis que surge a ideia de novos destinos para o nordeste transmontano(fica para próximos post).Uma paragem pelo caminho para um café na bomba de combustível do costume e siga Azibo.
Já na albufeira decidimos atacar com as nossas amostras uma zona já por nós conhecida Vale de Prades 8 da manha, toca de vestir o vade, colete ultima verificação que nada iria faltar e siga já coar agua. Não sentia o frio mas a cana a linha já davam conta que estaríamos com graus negativos, já tinha ouvido falar e em tempos já tive uma experiência um pouco parecida. A linha começou a gelar os passadores já acumulavam uma boa quantidade de gelo a linha não corria nos lançamentos, foram minutos tremendos sim porque tinha de a cada lançamento mergulhar a cana dentro de agua na sua totalidade, para poder ter um bom lançamento.
Passado o frio já não havia gelo dai então começávamos a fazer km até que senti algo - pensei já são 10h já é hora de entrar bicho tentei cravar de imediato e nada foi toque subtil.
Entretanto o meu camarada António já ia bastante a minha frente e como não gosto de o fazer esperar fui ao seu encontro. Já ia eu um pouco a frente dele porque ele ficou a insistir e a fazer rotação de amostras até que zás ele pega. O António saca para fora em 20seg um belo Lúcio 58cm. Eu já estava a perder 1 a 0 já estava a ficar danado.
Fomos andando sempre a coar agua, fazendo km até que vemos um pequeno bot com duas pessoas. Já nós estávamos perto do sitio onde eles tinham entrado em agua e eles vieram ao nosso encontro. Pai e filho de nacionalidade Russa, ambos amantes da pesca do Lúcio. Questionados se já tinham pescado alguma coisa hoje a resposta foi a que já esperava, nada , já não era o unico em grade eheheheh.
Mais de meia hora a conversa e como já era meio dia e muito fomos almoçar, umas sandes para quem não tirou nada já era muito tinha vontade de pescar mas o dia não nos estava a correr bem.
Decidimos mudar de ares fomos para uma zona também nossa conhecida bastante funda, cerca de 5 a 7 mts a 10 mts da margem, bastante lenha estavamos no melhor sitio para seguir a procura dos grandes. Nesta zona iria optar por apostar bastante em vinil visto necessitar de lançamentos muito largos. Mais 3 horas de pesca e nada, os camaradas que encontrara-mos de manha estavam ao pé de nós. Quatro pescadores a coar água e nada até ao por do sol. Como não se via nada a mexer nem toque resolvemos ir para casa, já eram 18h e foi assim a minha ultima pescaria.

Peço desculpa pelas falta de fotos mas a maquina ficou em casa.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Barragem Azibo

Mais uma pescaria dia 23 Outubro António 1 Lúcio eu 6 hehehehe o António estava danado. Para quem conhece o Azibo: fomos de manha directos para a zona do miradouro. Entrei dentro da reserva com a carrinha e ficamos junto de uma cabana dos caçadores. Depois entrei pela margem direita, muito baixa sem oferecer grande dificuldade na deslocação mas com muita lenha e erva na agua, o que me indicava uma boa população de lúcios e bem grandes na área. Primeiros lançamentos e nada, troca de amostra dois ou três lançamentos e zás um bom lúcio com cerca de 55 cm belo lúcio. Um telefonema ao camarada e ele já me informava que pela margem esquerda não tinha dado nada. Continuei a faina e zás mais um e mais meia dúzia de lançamentos e zás outro, foram três os que tirei até voltar a estar com o meu camarada.

 De tarde fomos para Vale de Prades saímos da vila e entramos depois de um cruzeiro num caminho de terra a esquerda e ai sim um dos melhores sítios para a pesca nesta altura, pois no inverno deverá ser de difícil acesso para pescar. 

Os dois primeiros lançamentos com Xad Rap nada mudei de amostra e zás tirei ai mais um junto aos pés do meu amigo António.

Com esta ele ficou mesmo danado.

Final da faina de regresso a casa com calma e tranquilidade pois a viagem é longa vínhamos pelo caminho a fazer o briefing e no cômputo geral correu bem a pesar de pouco peixe.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Mitos ou não elas estão sempre presentes.


Um dos ingredientes ideais para uma boa pescaria é a Lua.

Um sr já com uma certa idade um dia á conversa junto ao rio sobre as luas e a influencia delas na pesca, disse-me que em quarto-minguante seria a melhor. Será isso verdade?? Eu não sei mas que há dias melhor e outros menos bons lá isso há.

Outro factor muito importante é a chuva e o vento ou o céu nublado e ai sim temos trutas.
 

A influência das fases da Lua na pesca



A força gravitacional exercida pela Lua sobre a Terra tem acção fundamental no movimento cíclico das marés quer dos oceanos quer dos principais cursos de água doce, influenciando indirectamente a actividade diária dos peixes. 

Cientificamente não está devidamente provado que a Lua exerça uma clara influência directa na pesca no que diz respeito ao comportamento dos peixes, mas uma longa experiência humana tem vindo a registar em vastas zonas do mundo diversas reacções comuns e sucessivas de muitas espécies piscícolas relativamente às várias fases lunares. 

Assim, estabeleceram-se algumas das seguintes indicações úteis para a pesca desportiva:

Lua Nova Muito boa até às 08:00
2º dia Muito boa até às 09:00
3º dia Muito boa até às 14:00
4º dia Muito boa até às 14:00
5º dia Boa até às 15:00
6º dia Muito ruim todo o dia
7º dia Razoável entre as 10:00 e as 16:00
Quarto Crescente Boa até às 10:00, sofrível depois
2º dia Boa até às 11:00, razoável depois
3º dia Sofrível todo o dia
4º dia Sofrível todo o dia
5º dia Sofrível todo o dia
6º dia Muito boa das 14:00 até anoitecer
7º dia Razoável todo o dia
Lua Cheia Sofrível todo o dia
2º dia Ruim todo o dia
3º dia Muito ruim todo o dia
4º dia Razoável todo o dia
5º dia Boa de manhã, sofrível de tarde
6º dia Boa de manhã, sofrível de tarde
7º dia Razoável até às 15:00
Quarto Minguante Boa depois das 13:00
2º dia Razoável de tarde
3º dia Boa depois das 15:00
4º dia Sofrível de manhã, razoável de tarde
5º dia Ruim de manhã, boa de tarde
6º dia Ruim de manhã, razoável de tarde
7º dia Sofrível de manhã, boa de tarde

Em muitos casos estas indicações não corresponderão à situação verificada na realidade, já que existem importantes factores naturais a ter em conta e que podem condicionar a normal actividade das espécies, tais como as marés, as temperaturas do ar e fundamentalmente da água, a intensidade e direcção do vento, a pressão atmosférica, as características dos fundos marinhos, as correntes marítimas, a poluição, etc.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O meu Quintal

Barragem – Dia 08 Julho 2011 sexta-feira lá fui eu tentar a minha sorte mas para mal dos meus remédios. Entrei pelo fundo do paredão e só tirei Lucíos de pequeno tamanho. Fui até ao fundo numa tentativa de tirar alguma coisa de bom porte mas nada quis a minha amostra.

Depois de tirar três pequenos de frente a ilha tentei a minha sorte com amostras maiores 34gr com possibilidade de lançar mais longe. Nada deu resultado tendo eu tentado vários tamanhos e varias cores, de volta ao paredão com um vinil senti vários toques dando a ideia que de bom tamanho se tratava mas não cravou. Ainda tentei o outro lado para conhecer melhor a zona naquela altura do ano, mas não tive sorte não conhecia a zona que ainda tinha muitas ervas na frente. 

A barragem baixou cerca de 1 metro mas ainda tem bastante para baixar.

Os maiores ficaram maiores se pescarmos sem morte. Portanto sem nada na algibeira vim para casa feliz da vida por pelo menos ter contactado com a Natureza.

Barragem Azibo

Barragem Azibo - Dia 14 Maio 2011 na companhia do meu camarada António lá fomos para mais uma pescaria. Ele levou grade eu tirei dois Lúcios e um Achigã de bom tamanho. 

Para iniciar a pescaria começamos pela zona do Sta.Combinha nada em vista, ainda as carpas andavam a desovar. Tornava-se difícil pescar com tantas lavaças pela frente lá fomos entrando na zona protegida. Vejo um achigã a saltar, lanço para cima dele e zás cravou e saiu bela fêmea de 1.500 gr +-, depois o resto do dia andamos a coar agua e a brincar com os achigãs mais pequenos do outro lado na praia. 

Até eu encontrar um lagostim vivo decidir-mos pescar no sitio do costume.

Primeiro lançamento com o lagostim vivo entrou logo um belo lucio com cerca de 55cm, depois mudei de amostra visto que o lagostim tinha ido a vida e segundo lançamento tirei logo outro, o António danado rendesse as evidencias perante tal eficácia. 

Também já estava a ficar tarde e resolvemos ir para casa. O meu camarada António veio desanimado, mas trouxe grade já não foi mau.